Vovô Einstein – a gente sabe! – descobriu segredos incríveis sobre tempo, espaço, átomos e estrelas, mas se sua fama dependesse da vida afetiva flopada que teve, ele não passaria de um alemão desconhecido chamado Albert. Vai que foi por isso que preferiu desvendar a Teoria da Relatividade ao invés de investigar os mistérios do amor.

Se até o Einstein escorregou na casca de banana dos relacionamentos, e o algoritmo das redes sociais com certeza bugaria na hora de explicar sentimentos, a dica deste post é: segura no matinho da margem do rio e não se deixe levar pela correnteza da superficialidade dos julgamentos fáceis, das conclusões precipitadas, dos clichês sobre o amor.

Só de reconhecer a complexidade dos afetos já dá um alívio na pressão de ter que entender o amor, né? E deixa em aberto um lindo ponto de interrogação pra gente seguir descobrindo da melhor forma possível: se relacionando. 🔥

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