A amizade entre eles era incrível – confiante, leve, de dois parceiros de alma.

Quando virou romance, começou legal. Até que algo que não devia entrar, entrou… e algo que não devia sair, saiu.

Opa, opa, opa! Suspenda a leitura por um instante. Na sua opinião, o que não devia ter entrado?

…………. (preencha os pontinhos)

O que não devia ter saído?

…………. (de novo)

Na nossa experiência atendendo casais, o que entrou e não devia ter entrado é o controle. O que saiu e não devia ter saído é a confiança.

Se a gente observar 🔍 a amizade não quer nada além de ser o que é – parceria, lealdade, crescer junto. Se é assim gostoso pros dois, a gente sabe que ela não vai terminar à toa, mesmo que haja pontos de vista diferentes.

Aí começa o namoro… e adivinhe o que geralmente entra em cena? O controle, que tem por trás… tcharannn: o medo de perder a pessoa amada (o que não acontecia com a pessoa amiga).

O problema é que esse medo acaba mudando o comportamento – um dos dois (ou ambos) se torna desconfiado, ciumento, inseguro – e aquela coisa gostosa que havia entre vocês desaparece porque a pressão do medo torna tudo muito dramático, muito tenso. E quem aguenta mais um estresse pra somar aos da própria vida?

Quando isso começar a acontecer, parem tudo (!!!) e tragam a amizade de volta para conversarem como antes do namoro. Aí será possível perceber que, no caso de vocês, esse medo da perda provavelmente é irracional. Afinal, os dois quiseram avançar pra um relacionamento esperando que fosse gostoso.

Não deixem o medo ser maior que o amor. Esse é o antídoto.

Isso faz sentido pra você? Conta aqui embaixo.

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