Você já deve ter ouvido falar que a paixão aciona no cérebro uma avalanche de hormônios ligados ao prazer. Bom né? Uhu! 🤸🏾‍♂️

Só tem um detalhe que todo mundo esquece: essa mesma avalanche de “uhus!” soterra a capacidade de pensar com clareza antes de agir e de… fazer promessas.

Na hora do “uhu!” algumas pessoas mais empolgadas (e embriagadas de prazer) 😵‍💫 prometem coisas que nem sabem se vão poder cumprir. Sim, é exatamente quando o cérebro está em Nárnia que nasce a irresponsabilidade afetiva: consigo e com o outro.

Daí o tempo (dias ou meses) vai passando, a avalanche diminui de tamanho e velocidade, Nárnia vai desaparecendo na rotina do cotidiano e finalmente a gente volta a pensar sem prender a respiração.

E aí as promessas, como ficam? Algumas que podiam ser cumpridas, porque cabiam na realidade, permanecem. Outras ficaram em Nárnia.

Então ficam aí duas sugestões: não faça promessas quando estiver com a cabeça embriagada de paixão. E não leve ao pé da letra as promessas que ouviu quando sua cabeça também estava orbitando em volta de alguma estrela.

A paixão é um mecanismo biológico incrível pra aproximar as pessoas. Mas certas coisas que ela diz, como promessas, não devem ser levadas completamente a sério.

Um jeito legal de olhar pras promessas é, então, modular os ouvidos ao ouvi-las
(já que pra muitos é difícil modular a boca apaixonada que promete!) e deixar que fiquem (pelo menos as mirabolantes) na condição de símbolos de amor, não de projetos a ser executados.

Que tal?

Estamos aqui pra ajudar você nesse processo.

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