Pra responder a pergunta do bigodudo da foto, aham, é sim!

Porque AMOR 2.0 é a experiência de ser inteiro.

Mas que treco é esse?

Lembro de um casal que atendi. Duas pessoas ótimas, uma linda e longa história.
Mas ela era campeã em reconhecer as próprias mancadas – e ele era craque em reconhecer as próprias qualidades. Ele não via as próprias mancadas e não via as qualidades dela.

Como psicoterapeuta, eu via, mas foi um parto chamar a simplicidade pra ele ver o que ela tinha de bom e ele reconhecer aonde derrapava.

Felizmente ambos conseguiram achar o caminho: sem excluir fraquezas e forças, sem exagerar forças e fraquezas.

Difícil? Sim, mas não porque é complicado. Difícil porque é simples.

Quem aí lembra como é ser simples?

É quando o que a gente pensa é igual ao que a gente quer. O que a gente quer é igual ao que a gente sente. O que a gente sente é igual ao que a gente fala. O que a gente fala é igual ao que a gente faz.

Pensar, querer, sentir, falar e agir alinhados, coerentes.

Mas por medo de não sermos amados como somos, sem perceber criamos um monte de defesas (daí o que a gente quer ficou diferente do que a gente diz e faz) e perdemos essa simplicidade – que afinal é o que todo mundo busca no outro, não é?

E em si mesmo também 🔥💗

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