A amizade entre eles era incrível – confiante, leve, de dois parceiros de alma.
Quando virou romance, começou legal. Até que algo que não devia entrar, entrou… e algo que não devia sair, saiu.
Opa, opa, opa! Suspenda a leitura por um instante. Na sua opinião, o que não devia ter entrado?
…………. (preencha os pontinhos)
O que não devia ter saído?
…………. (de novo)
Na nossa experiência atendendo casais, o que entrou e não devia ter entrado é o controle. O que saiu e não devia ter saído é a confiança.
Se a gente observar a amizade não quer nada além de ser o que é – parceria, lealdade, crescer junto. Se é assim gostoso pros dois, a gente sabe que ela não vai terminar à toa, mesmo que haja pontos de vista diferentes.
Aí começa o namoro… e adivinhe o que geralmente entra em cena? O controle, que tem por trás… tcharannn: o medo de perder a pessoa amada (o que não acontecia com a pessoa amiga).
O problema é que esse medo acaba mudando o comportamento – um dos dois (ou ambos) se torna desconfiado, ciumento, inseguro – e aquela coisa gostosa que havia entre vocês desaparece porque a pressão do medo torna tudo muito dramático, muito tenso. E quem aguenta mais um estresse pra somar aos da própria vida?
Quando isso começar a acontecer, parem tudo (!!!) e tragam a amizade de volta para conversarem como antes do namoro. Aí será possível perceber que, no caso de vocês, esse medo da perda provavelmente é irracional. Afinal, os dois quiseram avançar pra um relacionamento esperando que fosse gostoso.
Não deixem o medo ser maior que o amor. Esse é o antídoto.
Isso faz sentido pra você? Conta aqui embaixo.