Tadinho do amor… a gente sempre bota a culpa nele quando as coisas não saem como gostaríamos. Mas amor é só um sentir. E sentimentos todos temos, não há como desligar isso. Mesmo aquelas pessoas que se dizem frias continuam sentindo, só que de tanta força que fazem pra não sentir ou pra sentir outra coisa, são as que mais sofrem (de ansiedade, de angústia, de conflitos) justamente por brigar com o que sentem.

Mas, e se o sentimento que me governa nas relações afetivas não for o amor, mas o medo (de perder, de errar, de ser rejeitado)? Os meus comportamentos terão a cara do medo: serão conflituosos, esquisitos, contraditórios, hostis, controladores, rígidos, inseguros, distorcidos… Daí a outra pessoa não consegue ficar à vontade diante desse caos que nosso medo emite em cada gesto, e talvez se afaste.    

Que droga, né? Queríamos expressar nossa leveza, nossa força, nossa personalidade, nossa luz, mas vem o medo e passa a falar pela nossa boca, ver pelos nossos olhos, ouvir pelos nossos ouvidos, agir em nosso lugar de um jeito alterado, constrangido, infantil. E depois ainda nos culpamos por ter feito “tudo errado”. Opa!… Não se culpe!

Não há nada de errado com você: apenas é preciso saber de qual experiência (interna e externa) nasceu esse medo que nos domina, para então poder acolhê-lo e aquietá-lo na origem, na raiz.

Estamos aqui pra ajudar você nesse processo.